terça-feira, 28 de agosto de 2012

Hoje em dia até eu solto boas gargalhadas, mas na época não era legal

Parece tão engraçado quando não nos encaixamos no perfil do personagem principal das piadas, que quando ouvimos fazemos questão de sair contando também. Mas e quando nos encaixamos? Damos aquele sorrisinho amarelo e logo deixamos a roda de amigos arranjando o que fazer, buscando um ambiente que não nos transforme no centro cômico das atenções.
O fato é que sim, existem piadas que nos chateiam, e as pessoas nem se importam com o fato de ofender o gordo, o negro, o nordestino, a loira ou o português, como se às características físicas ou simplesmente por sua origem o descredenciasse naquela roda de amigos ou conhecidos.
Já pensou no real sentido da frase: "Perde amigo mais não perde a piada?” Ou quando as pessoas são tratadas como ponto de referencia: “Tá vendo aquele gordinho ali sentado? E a clássica: “Esconde a comida porque fulano chegou!!!”
Muitas vezes chegamos a fazer piadas com nosso próprio corpo, com o nosso apetite e esquecemos que isso só da liberdade para que outras pessoas façam o mesmo. Talvez ao fazer isso, acreditamos que estamos bem, seremos aceitos por fazer piadas legais e não por ser uma pessoa legal.
 
Imponha respeito, aliás, vejo isso como uma parte muito importante, basta o fazer com respeito às pessoas e de uma forma branda. Trabalhei anos em uma empresa com uma mulher obesa que usava seu corpo e as reações dele como piada, para mostrar as pessoas que estava satisfeita e que não se importava.
(credito:site Baixaki)


Na primeira oportunidade que teve, ela fez redução de estomago... Isso me fez pensar até que ponto ela estava satisfeita, e se agredia daquela forma, não posso crer, pois muitas vezes criamos um personagem e foi isso que reconheci nela, uma personagem de algum programa humorístico, mas que não era remunerada para tal, não tinha saúde, e nem o respeito das pessoas.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Academia, não foi fácil no inicio.

Nem tudo é um mar de rosas quando se resolve começar a treinar, e comigo não foi diferente não.

Quando finalmente parei de adiar e fui à academia que tem na rua da minha casa, conheci as instalações e achei bacana. Soube o valor, achei melhor ainda, e como foi indicação do meu irmão pagaria o valor de um plano familiar, perfeito para o meu bolso!
Isso aconteceu em uma quarta-feira, e já na quinta-feira fui fazer a avaliação física. Pensei, na segunda-feira, avaliação e treino prontos, mas não foi o que aconteceu.
Fiquei desanimada, mas não a ponto de desistir. Às vezes em que pensava em não ir para a academia me lembrava da mãe do Preto dizendo: “Você não vai ficar dando dinheiro para os outros de graça assim, vai?”

Isso me fazia pensar o quanto perturbava o Preto, e isso não era justo. E o que fazer na academia sem um treino pronto? Bike, esteira, aula de jump, e as aulas de aeróbica comum. Mesmo podendo fazer essas atividades em casa o clima da academia é diferente.

O Preto fez uma planilha de corrida pra eu seguir, não foi fácil, mas quando cumpri pela primeira vez foi incrível, uma sensação de poder! Na semana que fui pagar a segunda mensalidade, depois de muuuita cobrança e estresse da minha parte e do Preto, sabia tudo o que acontecia na academia.


(Crédito: Site Can Stock Photo)

Fui a uma academia nova aqui no bairro, mas não gostei muito do clima nem de como me receberam, como sempre falei com o Preto, que por sua vez disse para que eu insistisse onde já estava.

Quando fui cobrar o treino antes de renovar, meu finalmente ficou pronto! Agora sem duvidas tenho mais animo de ir à academia, claro que o corpo fica dolorido e às vezes bate a preguicinha por causa da dor.

Mas como diz o Preto: “Se você não treinar a dor não vai passar, e quanto mais dor sentir, é sinal de que esta ficando mais gostosa”. Depois disso, às vezes chego a me sentir uma delicia de tão dolorida... kkkk, mas com apoio às cobranças do Preto e os resultados, satisfatórios, não posso desistir.

domingo, 15 de julho de 2012

Estou acima do peso e agora? As dietas são a solução perfeita?

Os problemas com a balança nos fazem acreditar que a solução está nas mais diversas dietas que surgem. São diversas revistas, artigos na internet ou até mesmo relatos de conhecidos que mostram pessoas que perderam 20, 30 ou até mesmo 40kg tomando sopas.
Também nos deparamos com receitas de como perder 5kg em 45 dias, aquelas dezenas de correntes de e-mail com dietas da lua, do sol, da chuva, do tipo sanguíneo, entre outras, que confusas indicações.
Descobri que nos últimos 30 anos, o Brasil aumentou de 6 para mais de 50% a proporção de pessoas com o chamado sobrepeso, o que me fez chega a uma conclusão. Se essas dietas todas dessem certo, não teríamos um aumento tão brusco em uma delicada questão, já que envolve saúde.
(Crédito- Internet)


 
Mas qual é a solução?
Bom, nosso planejamento tem dado resultado satisfatório, é simples embora não pareça. Não existe solução mágica, o que precisamos é mudar nossos hábitos alimentares, substituindo alguns alimentos e a forma com a qual os preparamos.
Outro fator preponderante é que temos que ter disciplina e respeitar os intervalos entre as refeições. Associando uma alimentação equilibrada, com a atividade física, teremos o retorno certo, e muito ganho em qualidade de vida e saúde.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Hora de encarar a realidade e aceitar a vergonha

Vivemos em uma sociedade que criou certos padrões de beleza. Por exemplo, quando dizem que temos que vestir calças tamanho 36 e camisetas “P”. Sabemos que existem muitas distorções nisso, e claro, podemos estabelecer padrões pessoais, mas somos de certa forma coagidos.

Ao inicio desta jornada, o fator estético foi determinante pra mudança de postura, mas o tempo mostrou que o ganho em saúde e qualidade de vida tem o um poder maior sob essa transformação.

Aceitar à vergonha que sentimos do nosso corpo e a necessidade de melhorar a saúde os primeiros passos para a mudança proposta.

São dias e dias de muita superação e autoconhecimento. É quando acontece a descoberta de uma pessoa que nem mesmo você sabe que existe que estava ali o tempo todo. As transformações em sua vida fazem com que você perca a vergonha, o medo.

(crédito:Blog Arroz e Cereja)


Com toda essa realidade “gritando dentro de nós”, passamos a entender que não precisamos exatamente estar dentro dos padrões da sociedade, mas que nossa satisfação ao vestir uma roupa, o olhar nu no espelho, entre outras coisas, valem mais do que qualquer julgamento.

Precisamos mudar por nós, para nós e para aqueles que nos querem bem. Não se pode pensar no que outros vão falar a respeito, se admirar ou criticar. Olhe para dentro de você e o que você deseja que seja mudado... faça a diferença !

terça-feira, 19 de junho de 2012

A Cada dia uma vitória


Após completar meses nesta jornada, os pensamentos começaram a buscar acontecimentos passadas, experiências vividas para associar com momentos de hoje.

Dias, semanas e meses, sendo passados em minutos, segundos pela memória. O engraçado disto, é que sempre busco atitudes corretas para compensar algum erro cometido ou por cometer.

Quando desperto desse “transe” percebo, que mesmo vitorioso, por ter perdido dezenas de quilos, sou fraco as tentações, ainda sou movido por impulsos.


A cada dia que vou para academia, me dedico aos exercícios e busco superar meus limites. A cada dia que resisto às tentações alimentares e cumpro o plano alimentar, é uma vitória... Vitória da auto-estima, saúde e orgulho... Vitória dos dias, semanas, meses e anos ganhos de vida.

Por isso vivo cada dia, fazendo dele uma nova oportunidade, deixando mais sólidos meus objetivos.

Fazer no dia de hoje, sem pensar no quanto falta, no “espelho inimigo” ou no que já perdi de peso. Faz com que o amanhã sempre seja banhado por um desejo de superação.



“O pensamento pode ser excelente, mas a realidade começa com a ação”


sábado, 26 de maio de 2012

Pimenta... Pimenta... Pimenta


Todo mundo tem alguma história engraçada com pimenta. Em uma das consultas com meu médico, ele me deu uma “dica mágica” me disse que a pimenta serve como um termo gênico natural que acelera o metabolismo por conta do aumento de temperatura.

Sua utilização durante as refeições tem grande valia, e claro que eu, já um consumidor moderado, comecei a incorporar às refeições a bendita. Gradualmente fui aumentando a quantidade, já me achando um profundo conhecedor na iguaria.

Foi quando em um almoço na casa de amigos, surgiu um molho de pimenta, “esse molhinho” dá um gosto bacana e é tranquilo quanto ao ardor, foi o que eu ouvi. Pensei: “agora é hora de provar que posso mais do que aqueles molhos prontos, vendidos em supermercados”.

Doce engano, pois adicionei uma quantidade considerável na comida e veio aquele cheiro, aquele ardor que entrava no nariz... Foi na primeira, segunda, terceira garfada sem o menor problema, o corpo começou a esquentar o ardor na boca, o suor... Uma triste obrigação, um sacrifício, os olhos cheios de lagrimas e copos e mais copos de água.
(Credito: Site Medicine-science)

 Todos me olhavam rindo e perguntando se estava tudo bem, claro que não, afinal eu havia exagerado, perdido a mão, como se diz. Nossa como desejei aquele molho sem graça do mercado. Foi depois dessa fatídica experiência que aprendi a me controlar e entendi que existem diversos alimentos que nos auxiliam, mas que tudo só funciona com moderação.

 Aproveitem, curtam e adicionem esse auxilio na alimentação, essa sedutora iguaria disputada há séculos na Índia tornou-se uma vilã terrível, e tudo porque eu não sabia aprecia-la. É como diz aquele ditado popular antigo, sem graça e previsível... Não, eu me recuso a usa-lo, abraços!

“Preto”

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Onde há cobranças, ha mudanças e sucesso


Cobranças? Quem gosta? Bom, acho que não sou a única pessoa que não gosta de ser cobrada, mas se tomarmos cuidado com o tom e as palavras não causamos chateações. Nessa nova fase precisamos ser cobrados e nos cobrarmos, afinal temos metas.
Todos que em algum momento decidiram mudar um estilo de vida, seja ele qual for, sabem bem as dificuldades. Há sempre primeiro a auto-cobrança e nos sentimos obrigados a conseguir.
O Preto sabe qual é a minha meta, conhece também os meus medos. Falo tudo com ele, isso faz com que ele se sinta a vontade para me mostrar onde estou errando e onde devo melhorar. Sempre penso em jogar tudo para o alto, porém ele me mostra que estamos juntos nessa fase, me faz recordar onde quero chegar e me dá força para continuar.
Tenho ao meu lado uma companheira que me ouve e me dá forças nos momentos de fraqueza. É preciso aprender a entender, respeitar e transformar as cobranças em força, podemos superar mais fácil as adversidades do caminho.
No começo ficava super chateada com os “cortes” que ele me dava, como ele gosta de dizer, sou mimada. Hoje, porém, por mais que ainda faça minhas manhas, reconheço o carinho com que ele faz essas cobranças e me ajuda muito.
Caso você não tenha uma pessoa assim ao seu lado encontre alguém que te apoie e cobre. Faça dele (a) cúmplice e o sucesso virá em união. Dentro de nós existe uma guerra entre os objetivos e as adversidades, porém tudo está ao alcance daqueles que almejam o bem estar próprio e daqueles que nos querem bem.

Abraços do Preto e da Preta!